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A chave de ouro do Palácio Real

Publicado por Rogério Bolanho em 20 de julho de 2011

"Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome" (João 1:12)

A chave de ouro do Palácio Real

Era costume, na Espanha, o rei conceder aos nobres de posição elevada, uma chave que era colocada no cinto, como sinal de honra, para que pudessem entrar a qualquer hora no palácio real. Nossa Bíblia é tida como uma chave de ouro que permite aos que a possuem, entrar a qualquer momento, na casa do tesouro do Rei dos reis. Somos filhos de Deus. Somos herdeiros dos Céus de glória. Recebemos, ao aceitar Cristo no coração, a permissão maravilhosa de entrar na sala do trono real, na presença de nosso Deus, o Senhor dos senhores, Aquele que é o Princípio e o Fim, que escreveu o nosso nome em Seu Livro de vida, e que preparou uma morada celestial para que pudéssemos ali viver, em plenitude de júbilo, para sempre.

A chave da bênção eterna é concedida aos nobres do reino de Deus. E para que nos tornemos nobres, de posição elevada, não precisamos ter dinheiro, ou antepassados ilustres, ou qualquer título de nobreza deste mundo. É necessário apenas que creiamos em Jesus, que nos arrependamos dos pecados, que aceitemos a Cristo como nosso Senhor e Salvador.

Mais importante e valioso que o título de Duque, ou de Marquês, ou de Barão, é termos o nobre título de "filhos de Deus". Nenhum título honorífico é superior ao de filho do Deus Todo Poderoso.

De posse dessa chave, podemos entrar e falar com o nosso Senhor a qualquer instante. Podemos lhe pedir socorro nas horas de angústia, podemos pedir ajuda para vencer um obstáculo, podemos pedir cura na hora de uma enfermidade, podemos pedir direção quando estamos perdidos no caminho, e, especialmente, podemos simplesmente dizer: "Obrigado Senhor, por todas as bênçãos que tenho recebido".

Você já tem essa chave? Não deixe de usá-la, em qualquer circunstância.
Pastor Paulo Barbosa

Problemas à frente

Publicado por Rogério Bolanho em 15 de julho de 2011

“Tão-somente não sejais rebeldes contra o SENHOR e não temais o povo dessa terra […] o SENHOR é conosco; não os temais.” (Números 14:9)

Problemas à frente

A presença de Deus é um salva-vidas que impede a alma de afundar-se num mar de problemas.

Inevitavelmente, os problemas invadirão as nossas vidas: um resultado inesperado após um exame médico, a traição de um amigo em quem confiávamos, um filho que nos rejeita ou um cônjuge que nos deixa. A lista de possibilidades é longa, só existem duas opções: avançar por nós mesmos ou recorrer a Deus.

Fazer vôo solo diante de problemas não é uma boa idéia, pois tal atitude pode conduzir-nos a padrões inadequados de comportamento, a culpar Deus e, a derrotados, batermos em retirada. Como os israelitas, podemos perder o controle e entrar em desespero (Números 14:1-4).

Quando a maioria dos espias trouxe um relato de gigantes intimidadores e perigos à frente, eles usaram o pronome “nós” sete vezes, sem uma única referência ao Senhor (Números 13:31-33). Os israelitas estavam no auge da bênção definitiva que Deus prometera a eles. Eles eram testemunhas dos milagres no Egito e seus pés haviam pisado o fundo seco do Mar Vermelho numa vitória de cair o queixo. A fidelidade de Deus fora espantosamente evidente. Que memórias curtas! Que decepcionante falta de fé! Tristemente, eles deram as costas para Deus e deixaram a bênção para trás.

Calebe e Josué, por outro lado, escolheram voltar-se ao Senhor com essa confiança: “… O SENHOR é conosco…” (Números 14:9). Quando seus gigantes aparecem, qual será a sua escolha?

FONTE: Joseph M. Stowell – Nosso Andar Diário – Ministério RBC

Fora dos limites

Publicado por Rogério Bolanho em 15 de julho de 2011

“Bem sei, ó SENHOR, que os teus juízos são justos e que com fidelidade me afligiste.” (Salmo 119:75)

Fora dos limites

Um pequeno passo de obediência é um enorme passo em direção à bênção.

No jogo de golfe, os marcadores FL (fora de limite) indicam quando uma bola saiu de jogo. Se a bola de um jogador sai dos limites, é imposta a penalidade de uma tacada.

O profeta Jeremias advertiu Judá, o reino do sul, sobre sua persistente rejeição aos limites que Deus lhes impôs. E disse que até o mar sabe que a areia da praia é o marcador que indica a área fora do limite, “… limite perpétuo, que ele não transpassará” (Jeremias 5:22). Porém, o povo do Senhor tinha “… coração rebelde e contumaz” (Jeremias 5:23). Não havia temor de Deus, que lhes dava chuva para suas plantações (Jeremias 5:24). Eles se tornaram poderosos e enriqueceram (Jeremias 5:27) e ignoraram o direito dos necessitados (Jeremias 5:28).

Em Sua Palavra, Deus deu limites morais para a nossa vida. Ele não os deu para frustrar-nos, mas para que, mantendo-nos dentro deles, possamos desfrutar das Suas bênçãos. Davi escreveu: “Bem sei, ó SENHOR, que os teus juízos são justos…” (Salmo 119:75). Deus disse a Israel através de Moisés: “… te propus a vida e a morte […] escolhe, pois, a vida…” (Deuteronômio 30:19).

Não teste os limites de Deus, possibilitando a Sua correção. Faça escolhas sábias para viver dentro dos Seus limites presentes em Sua Palavra.

FONTE: Hia Chek Phang – Nosso Andar Diário – Ministério RBC

Tu és a nossa alegria

Publicado por Rogério Bolanho em 15 de julho de 2011

"… portanto não vos entristeçais; porque a alegria do SENHOR é a vossa força" (Neemias 8:10).

Tu és a nossa alegria!

Entre os alunos de uma escola, estava um jovem que usava muletas. Embora não fosse bonito, tinha um talento especial para amizade e otimismo. Ele ganhou muitas honrarias escolares e também o respeito de seus colegas. Certo dia, um aluno novo lhe perguntou a causa de sua incapacidade. "Paralisia infantil", respondeu o jovem. "Com um infortúnio assim", exclamou o colega, "como você consegue enfrentar o mundo com tanta confiança e alegria?" "Oh", respondeu o que usava muletas, "a doença nunca tocou em meu coração."

Por que permitimos, às vezes, que os motivos de nossas angústias entrem em nosso coração? Por que não deixamos, do lado de fora, todas as nossas tristezas e frustrações? Na maioria das vezes, elas entram porque o nosso coração está vazio, sem a presença de Cristo, que além de ser um manancial de bênçãos para nossas vidas, impede a entrada de tudo que tire nossa paz, nossa alegria e a certeza de nossas vitórias.

Pode a paralisia infantil de um jovem, tirar-lhe a felicidade? Não. Pode a cegueira de um missionário, tirar-lhe a fé e a confiança em uma vida cheia de conquistas? Não. Podem os problemas financeiros, ou de enfermidades, ou de solidão, ou de decepções, impedir que você seja feliz? Claro que não.

Existe um poema de Gióia Junior que eu gosto muito. Ele termina da seguinte maneira: "Cantai, ó povos da terra! Cantai de noite e de dia, na tarde pesada e morna, na manhã ágil e fria, na aflição, ou na ventura, ao nascer, ou na agonia: Jesus – Senhor dos senhores, Tu és a nossa alegria! Tu és a nossa alegria! Tu és a nossa alegria!".

Quando as lutas se apresentarem diante de você, levante os olhos para os Céus e diga ao Senhor Jesus: "Apesar de todos os contratempos, Tu és, Senhor, a minha alegria!".

Pastor Paulo Roberto Barbosa

Renovados, de verdade!

Publicado por Rogério Bolanho em 12 de julho de 2011

"Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo" (2 Coríntios 5:17)

Renovados, de verdade!

"Não há renovação espiritual se não nos arrependermos de tudo que colocamos no lugar da vontade de Deus para nossas vidas. A verdadeira renovação nos leva a um relacionamento pessoal com Jesus Cristo como Salvador (novo nascimento) e a uma submissão a Ele como Pastor soberano."

Como poderemos dizer que somos novas criaturas, que as coisas antigas ficaram para trás, que fomos renovados pelo Espírito Santo, que não temos mais aquela vida fútil e insípida que levávamos antes de conhecer o Senhor, se continuamos a mostrar os mesmos galhos secos e sem frutos da velha natureza? Conversão não significa apenas mudar de igreja, ou usar uma camiseta com um versículo bíblico, ou  carregar uma Bíblia debaixo do braço. Antes de uma mudança exterior, é necessário que mudemos por dentro, que compreendamos o que significa ser um "filho de Deus", que nos apresentemos como verdadeiros discípulos e imitadores do Senhor, que passemos a mostrar o brilho e a beleza de Cristo em nossas atitudes.

Como poderemos ter coragem de dizer que somos do Senhor se Ele não faz parte de nossas prioridades? Como nos apresentaremos como soldados do Rei Jesus se vivemos "escondidos" de Sua presença? Como poderemos afirmar que fomos lavados pelo "sangue do Cordeiro" se o que falamos e fazemos provam o contrário? Se a nossa vida espiritual foi renovada pela presença do Senhor em nossos corações, todos perceberão, mesmo que nada falemos sobre isso.

Deixemos, verdadeiramente, o Senhor nos transformar. Deixemos que Ele molde todo o nosso procedimento. Deixemos que Ele seja o Senhor de nossas vidas. Assim, seremos muito felizes e a nossa vida será muito mais abundante e vitoriosa.

Pastor Paulo Roberto Barbosa

Risco ocupacional

Publicado por Rogério Bolanho em 11 de julho de 2011

“As coisas que me aconteceram têm, antes, contribuído para o progresso do evangelho.” (Filipenses 1:12)

Paulo pregando...

Quando a sua perspectiva é turvada por problemas, volte-se para Cristo.

Trabalho com as palavras. Seja escrevendo ou editando, uso as palavras para transmitir as idéias de maneira que os leitores possam compreender. Costumo enxergar o que está errado no texto de outra pessoa (embora, às vezes, não no meu próprio) e descobrir a melhor forma de consertá-lo.

Como editora, sou paga para ser crítica. Meu trabalho é ver o que está errado na maneira como as palavras são usadas no texto escrito. Essa competência se torna uma incapacidade quando a estendo à minha vida pessoal e passo a constantemente procurar por erros. Observar somente o que está errado pode fazer-nos perder de vista tudo que é bom.

O apóstolo Paulo teve razão para atentar-se ao que estava errado na igreja de Filipos. Certas pessoas estavam pregando o evangelho por ambição própria, e agindo assim aumentavam o sofrimento de Paulo (Filipenses 1:16). Mas, em vez de concentrar-se no negativo, ele escolheu concentrar-se no lado positivo e regozijar-se nele: Jesus Cristo estava sendo pregado (Filipenses 1:18).

Deus deseja que tenhamos discernimento – precisamos saber diferenciar o que é bom daquilo que é ruim – mas Ele não deseja que foquemos no ruim e nos tornemos críticos ou desencorajados. Mesmo em circunstâncias não ideais (Paulo escrevia da prisão), podemos encontrar algo bom porque, em tempos de tribulação, Deus continua operando.

FONTE: Julie Ackerman Link – Nosso Andar Diário – Ministério RBC

A perseguição

Publicado por Rogério Bolanho em 11 de julho de 2011

Muita gente não entende nossa verdadeira intenção…

Produzido por IURDTube

Filhos Felizes

Publicado por Rogério Bolanho em 11 de julho de 2011

"Em tudo te dá por exemplo de boas obras; na doutrina mostra incorrupção, gravidade, sinceridade, Linguagem sã e irrepreensível, para que o adversário se envergonhe, não tendo nenhum mal que dizer de nós" (Tito 2:7, 8).

Filhos felizes

De acordo com um sociólogo: No século 18, o objetivo dos pais era que seus filhos alcançassem a maioridade. No século 19, o objetivo dos pais era que seus filhos conseguissem bons empregos. Hoje, os pais desejam que seus filhos sejam felizes.

Nós, cristãos, desejamos, hoje, que nossos filhos sejam abençoados, realizem seus sonhos e vivam para sempre, na presença maravilhosa de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Quando eles rejeitam as ilusões oferecidas pelo mundo e deixam Cristo habitar em seus corações, caminham em segurança sob a proteção de Deus, têm suas necessidades básicas supridas pelo Senhor e experimentam a alegria verdadeira que em nenhum outro lugar pode ser encontrada.

Nós, pais, temos uma grande responsabilidade em tudo isso. Precisamos dar o exemplo, precisamos ensinar a nossos filhos o caminho do Senhor, precisamos estimulá-los a uma vida santa e vitoriosa, longe das mentiras e enganos deste mundo. Quando deixamos o Espírito Santo dirigir nossas atitudes, dentro e fora da igreja, dentro e fora de nossas casas, o brilho do Senhor é visto em nós e, como imitadores, nossos filhos aprendem a viver da mesma maneira e, assim, são abençoados e muito felizes.

De nada valeria nossos filhos viverem muito sem felicidade. De nada valeria terem bons empregos sem que deles obtivessem alegria. De nada valeria a alegria enganosa e passageira do mundo. Com a felicidade do Senhor, poucos ou muitos anos de vida valem a pena. Qualquer emprego produz satisfação e regozijo. Viver com Jesus é sempre uma alegria que dura para sempre.

O que você deseja para seus filhos? E o que tem feito para que seu desejo se realize?

Pastor Paulo Roberto Barbosa

Insubstituível

Publicado por Rogério Bolanho em 11 de julho de 2011

O poder de uma promessa

Publicado por Rogério Bolanho em 08 de julho de 2011

“… Por esta causa o homem […] se unirá a sua mulher.” (Mateus 19:5)

O poder de uma promessa

O amor é mais do que um sentimento; é um compromisso.

Uso apenas duas peças de joalheria: uma aliança de casamento no dedo e uma pequena cruz celta numa corrente pendurada ao redor do pescoço. A aliança representa meu voto de fidelidade a Carolyn, minha mulher, enquanto eu viver. A cruz me lembra de que não é só por ela, mas por Jesus, que faço isso. Ele me pediu para ser fiel a ela até que a morte nos separe.

Um voto de matrimônio é mais que um contrato que podemos cancelar pagando uma multa. É um voto singular, com o propósito explícito de união até que a morte nos separe (Mateus 19:6). As palavras “na alegria e na tristeza; na abundância e na pobreza; na saúde e na doença” consideram a probabilidade de não ser fácil manter os nossos votos. As circunstâncias, e também os nossos cônjuges, podem mudar.

O casamento é difícil, na melhor das hipóteses; desacordos e ajustes difíceis são abundantes. Embora ninguém precise viver um relacionamento abusivo e perigoso, aceitar os desafios de pobreza, dificuldades e desapontamento pode levar à felicidade. Um voto de matrimônio é um compromisso para amar, honrar e estimar um ao outro por toda a vida, porque Jesus nos pediu para fazer isso. Como disse certa vez um amigo meu, “Esse é o voto que nos mantém fiéis até quando não sentimos vontade de manter nossos votos”.

FONTE: David H. Roper – Nosso Andar Diário – Ministério RBC

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