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Como será? Junto ou longe dele?

Arquivado em (Reflexões, Salvação) por Rogério Bolanho em 17/03/2010

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“… alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos céus” (Lucas 10:20)

“Mãe, por favor,” explodiu a adolescente, “eu não agüento mais ouvir falar de religião. Você e papai vivem me aborrecendo com esse assunto. Eu não estou interessada!” A menina bateu o pé e saiu do quarto, fechando a porta com força. Sua mãe sentou-se em uma cadeira, cansada e desanimada. Ela não sabia mais o que fazer. Finalmente, ela resolveu chamar o pastor para conversar com a filha. Quando o pastor chegou, pediu que os pais os deixassem a sós. Após saírem, o pastor virou-se para a menina com um largo sorriso nos lábios. “Eu acho uma vergonha”, disse o pastor, “que seus pais a importunem tanto sobre religião”. A menina, que estava chateada com a visita, sorriu aliviada. Este é o tipo de pastor que eu gosto, pensou ela. Ele está disposto a me deixar livre, por eu não estar interessada. “Eu tenho uma sugestão”, disse o pastor. “Eu posso persuadir a seus pais e amigos para que não mencionem o nome de Deus para você por um ano inteiro”. A menina ficou surpresa. “Um ano”, ela ofegou. “Eu não sei se seria seguro esperar um ano inteiro. Eu poderia morrer antes disso”. “Isto é verdade”, concordou o pastor. “Um ano é muito tempo. Que tal, seis meses?” A menina refletiu por um momento e, então, respondeu que seis meses também não seriam seguros. “Então, continuou o pastor, vamos fixar um prazo de três meses. Pode deixar que eu organizo isso e, por noventa dias, você não precisará se preocupar com Deus”. O pastor levantou-se e começou a caminhar em direção à porta. A menina o chamou. “Eu não tenho certeza de que estarei segura durante este tempo. Por favor, ore por mim agora”. Eles se ajoelharam e a adolescente recebeu Jesus em seu coração.

Temos estado seguros de nossa salvação? Estamos certos de que nosso nome está escrito no Livro da Vida e que, quando deixarmos esse mundo iremos morar com Deus, para sempre?

Podemos continuar ignorando a Deus e viver tranqüilos e despreocupados?

Muitas vezes pensamos que Deus e eternidade são assuntos para nosso final de vida. Mas quando será o final de nossas vidas? Quem pode saber, de antemão, o dia em que nos apresentaremos diante do Criador? Onde pretendemos estar após a nossa morte, junto a Deus ou longe dEle?

Pastor Paulo Roberto Barbosa

Quem empurra o seu balanço?

Arquivado em (, Reflexões) por Rogério Bolanho em 16/03/2010

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As crianças gostam de balançar. Não há nada como isso. Levantar os pés em direção ao céu, inclinar-se tanto para trás que tudo parece estar de cabeça para baixo, árvores girando, o estômago pulando em sua garganta… ah, que bom balançar!

Aprendi muito sobre confiança num balanço. Quando eu era pequeno, só confiava em algumas pessoas para empurrar meu balanço. Se quem empurrava era alguém de confiança (como papai, mamãe, etc.) essa pessoa podia fazer o que quisesse. Podia virar-me, torcer-me parar-me…eu gostava de tudo! Gostava por confiar na pessoa que empurrava o balanço. Mas quando algum estranho fazia isso a coisa era diferente. Quem podia saber o que ele faria? Quando um estranho empurra seu balanço, você fica tenso, se encolhe e se agarra com toda força. Não é nada agradável quando seu balanço está nas mãos de alguém que você não conhece.

Por falar em balanços, você se lembra quando Jesus acalmou a tempestade? Não foi uma chuva leve de primavera, Mateus chamou-a de “grande tempestade” (seismos) que é o termo para terremoto. As ondas eram tão altas que o barco foi varrido por elas. As tempestades no Mar da Galiléia podem ser terríveis. Barclay, um grande comentarista sobre a Bíblia, nos conta: “Do lado oeste da água ficam as montanhas com vales e desfiladeiros; quando um vento frio sopra do ocidente, esses vales e desfiladeiros agem como funis gigantescos. O vento fica preso neles e se abate sobre o lago com violência selvagem”.

Aquela não era de forma alguma uma chuva de primavera, mas uma tempestade esplêndida. Ela mostrou-se suficientemente aterradora para encher de medo os doze discípulos. Mesmo um pescador veterano como Pedro sabia que esta tempestade podia ser a última para eles. Com medo e água correndo pelo rosto, eles foram então acordar Jesus.

Foram fazer o que? Jesus dormir? As ondas sacudindo o barco como pipocas numa pipoqueira e Jesus não acordou? A água inundando o convés e ensopando os marinheiros, enquanto Jesus sonhava? Como podia ele dormir durante uma tempestade daquelas? Isso é simples. Ele sabia quem estava empurrando o balanço.

Os joelhos dos discípulos tremiam porque o balanço deles estava sendo empurrado por um estranho. Mas isso não acontecia com Jesus. Ele podia sentir-se em paz na tempestade.

Vamos aprender disto uma lição. Vivemos num mundo tempestuoso. Enquanto escrevo, guerras estão sendo travadas em ambos os hemisférios de nosso globo. O conflito mundial é uma ameaça constante em toda parte. Os empregos escasseiam. O dinheiro não dá. A recessão tornou-se um termo demasiado familiar.

Em todo lugar que olho, vejo ocorrerem tempestades particulares. Mortes na família, casamentos infelizes, corações partidos, noites solitárias. Alguns desistem, outros cedem, outros renunciam. Devemos nos lembrar de quem está empurrando o balanço. É preciso colocar nele nossa confiança. Não podemos ter medo. Ele não nos deixará cair.

Senhor Deus, quando na vida for balaçado me ensina a confiar em Tí! E saber que não importa a força, altura, ou velocidade com que sou balançado, importa ter a convicção que cuidas de mim e posso descançar! Transforma o pesadelo em uma aventura com o Senhor, transforma minha ansiedade em alívio! É a oração que te faço em nome de Jesus. Amém!

PASTOR Eg-Lom de Moraes
Igreja Batista em Vila Gerte

Sinal

Arquivado em (Reflexões) por Rogério Bolanho em 16/03/2010

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“Salvou os outros, a si mesmo não pode salvar-se. É rei de Israel! Desça da cruz, e creremos nele.” (Mateus 27:42)


O tal do ser humano é espantoso, mas nem sempre no sentido elogioso. Depois de pelo menos 3 anos pregando e operando maravilhas, fazendo milagres, curas, libertações, até mortos ressuscitaram… Que sinal ainda era este necessário para que cressem. Faz-me pensar que se realmente Jesus descesse da cruz ali na frente deles (aleluia, Ele não o fez!) ainda assim não creriam. Dar-lhe-iam uma surra e o pregariam de volta onde estava dizendo ‘aí é teu lugar’. Não, meus irmãos, ali não é Seu lugar.

Nós não somos tão diferentes dos religiosos da época. Nossa memória é igualmente curta e comprometida, se não comprometedora. Nem sempre nos lembramos do que o Senhor já fez por nós e acabamos pedindo mais e mais e mais sinais. Somos falhos, somos humanos. Somos, naturalmente falando, incuráveis das nossas falhas. O que nos sara e nos transforma é o sangue do Cordeiro Perfeito de Deus, que nos regenera (gera de novo) e isso é 100% sobrenatural. Que bom.

Mas, no meio de tudo isso, estamos em processo de aperfeiçoamento. O que devemos atentar ao extremo é justamente para que não pequemos por ficar pedindo para Deus algo que Ele já nos deu. Podemos pedir que sejamos curados fisicamente, mas já não podemos mais pedi-lo como um sinal. Podemos pedir convicção e discernimento, mas não podemos pedir como sinais. Podemos clamar por socorro, mas não para que Deus se mostre para que creiamos. Isso tudo já ficou para trás.

Devemos trocar estes pedidos de sinais por agradecimentos, repletos de gratidão. Anunciar os feitos do Senhor para que os outros creiam, não pedir mais sinais. Ou isso, ou vamos acabar incorrendo no erro de tentar tirá-lo da cruz, e isso, para nós, seria anular o sacrifício que nos salvou.

“Senhor, é tão bom lembrar todas as maravilhas que o Senhor já fez. Ensina-me a valorizar isso de maneira apropriada. Ajuda-me a ter na memória Teus feitos para que outros possam crer.”

Mário Fernandez – Ichtus

As 7 verdades do bambú

Arquivado em (Reflexões) por Rogério Bolanho em 16/03/2010

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Depois de grande tempestade, o menino que estava passando férias na casa do seu avô, o chamou para a varanda e falou: “Vovô, corre aqui! me explica como esta figueira, árvore frondosa e imensa, que precisava de quatro homens para abraçar seu tronco se quebrou, caiu com vento e com a chuva, e este bambu tão fraco continua de pé?”


- Filho, o bambu permanece em pé porque teve a humildade de se curvar na hora da tempestade. A figueira quis enfrentar o vento.

O bambu nos ensina sete coisas.

Se você tiver a grandeza e a humildade dele, vai experimentar o triunfo da paz em seu coração. A primeira verdade que o bambu nos ensina e a mais importante: humildade diante dos problemas, das dificuldades. Eu não me curvo diante do problema e da dificuldade, mas diante daquele, o único, o princípio da paz, aquele que me chama, que é o Senhor.

Segunda verdade: o bambu cria raízes profundas. É muito difícil arrancar um bambu, pois o que ele tem para cima tem para baixo também. Você precisa aprofundar a cada dia suas raízes em Deus e na oração.

Terceira verdade: Você já viu um pé de bambu sozinho? Apenas quando é novo, mas, antes de crescer, ele permite que nasçam outros a seu lado (como no cooperativismo). Sabe que vai precisar deles. E estão sempre grudados uns nos outros, tanto que, de longe, parecem uma árvore. Às vezes tentamos arrancar um bambu lá de dentro, cortamos e não conseguimos. Os animais mais frágeis vivem em bandos, para que desse modo se livrem dos predadores.

A quarta verdade que o bambu nos ensina é não criar galhos. Como tem a meta no alto e vive em moita, comunidade, o bambu não se permite criar galhos. Nós perdemos muito tempo na vida tentando proteger nossos galhos, coisas insignificantes que damos um valor inestimável. Para ganhar, é preciso perder tudo aquilo que nos impede de subirmos suavemente.

A quinta verdade é que o bambu é cheio de “nós” ( e não de “eu’s”). Como ele é oco, sabe que se crescesse sem nós seria muito fraco. Os nós são os problemas e as dificuldades que superamos. Os nós são as pessoas que nos ajudam, aqueles que estão próximos e acabam sendo força nos momentos difíceis. Não devemos pedir a DEUS que nos afaste dos problemas e dos sofrimentos. Eles são nossos melhores professores, se soubermos aprender com eles.

A sexta verdade é que o bambu é oco, vazio de si mesmo. Enquanto não nos esvaziarmos de tudo aquilo que nos preencha, que roube nosso tempo, que tira nossa paz, não seremos felizes. Ser oco significa estar pronto para ser cheio do Espírito Santo.

Por fim, a sétima lição que o bambu nos dá é exatamente o titulo do livro: ele só cresce para o alto. Ele busca as coisas do Alto. Essa é a sua Missão.

A trilha do bezerro

Arquivado em (Reflexões) por Rogério Bolanho em 16/03/2010

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Certo dia, um bezerro precisou atravessar uma floresta virgem para voltar a seu pasto. Sendo um animal irracional, abriu uma trilha tortuosa . . . cheia de curvas . . .subindo e descendo colinas.

No dia seguinte, um cão que passava por ali usou essa mesma trilha torta para atravessar a floresta. Depois foi a vez de um carneiro, líder de um rebanho, que fez seus companheiros seguirem pela trilha torta.

Mais tarde, os homens começaram a usar esse caminho: entravam e saíam, viravam a direita, à esquerda, abaixando-se, desviando-se de obstáculos, reclamando e praguejando até com um pouco de razão . . . mas não faziam nada para mudar a trilha .

Depois de tanto uso, esta acabou virando uma estradinha onde os pobres animais se cansavam sob cargas pesadas, sendo obrigados a percorrer em três horas uma distância que poderia ser vencida em, no máximo, uma hora, caso a trilha não tivesse sido aberta por um bezerro.

Muitos anos se passaram e a estradinha tornou-se a rua principal de um vilarejo e, posteriormente, a avenida principal de uma cidade .

Logo, a avenida transformou-se no centro de uma grande metrópole, e por ela passaram a transitar diariamente milhares de pessoas, seguindo a mesma trilha torta feita pelo bezerro centenas de anos antes . . . Os homens têm a tendência de seguir como cegos pelas trilhas de bezerros de suas mentes, e se esforçam de sol a sol a repetir o que os outros já fizeram. Contudo, a velha e sábia floresta ria daquelas pessoas que percorriam aquela trilha, como se fosse um caminho único . . . sem se atrever a mudá-lo.

A propósito, qual é o seu caminho ? ? ? Mesmo sabendo que podemos tomar outra direcção, muitos não têm coragem de romper com a tradição e endireitar as trilhas das suas vidas, vivem a reclamar, mas não são capaz de fazer algo para mudar…”

Penetrante

Arquivado em (Reflexões) por Rogério Bolanho em 09/03/2010

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“Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão de alma e espírito, e de juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração” (Hebreus 4.12)


Quando deixamos a Palavra de Deus nos esquadrinhar, ela nos mostra os erros a serem consertados e os caminhos de alegria e bênçãos a seguir.

Pastor Paulo Barbosa

A obra de Suas mãos

Arquivado em (Reflexões) por Rogério Bolanho em 09/03/2010

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“Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos” (Salmos 19:1)


Dois amigos, um cristão e um ateu, subiam juntos uma montanha. Encontraram uma grande pedra e resolveram sentar-se um pouco e descansar. Enquanto estavam ali, conversaram sobre várias coisas: trabalho, família e até sobre a beleza existente na natureza. De repente, a conversa tomou o rumo da religião. “Eu não acredito em Deus porque não existe nenhuma prova de sua existência”, disse o ateu. O cristão não respondeu imediatamente. Por uns instantes ele virou sua cabeça para o alto, contemplando o céu azul sobre eles. “É verdade”, disse o cristão, “não podemos ver, ouvir ou tocar em Deus, mas podemos saber que Ele existe vendo os resultados de Suas obras”. “Pense sobre todas as magníficas coisas que vimos hoje” continuou o cristão, “montanhas majestosas, centenas de variedades de árvores, flores, insetos, pássaros… e até você e eu! Tudo é muito belo e perfeito”. O Ateu respondeu: “Sim, a natureza é definitivamente incrível, mas, eu acredito que tudo é obra do acaso”. Novamente, o Cristão perscrutou as densas nuvens acima dele e, então, perguntou: “Nós não podemos ver o ar, não é? Nós sabemos que ele existe porque nós vemos os efeitos do ar. Nós vemos o balanço das árvores e o farfalhar das folhas, mas, não vemos realmente o ar nem o vento. As provas da existência de Deus estão por toda a parte. A nós só cabe olhar e comprovar”. Sem dizer mais nada, o Ateu e o Cristão continuaram sua longa caminhada no alto da montanha.

Como é bom contemplar as maravilhas criadas por Deus. Como é maravilhoso sentir a Sua Presença e descansar sob Seus cuidados. Alguns não crêem ou preferem crer que não crêem. Ignoram a Deus mas, o buscam nas horas de aflições. Gastam seu precioso tempo tentando provar que não existem provas, mas, em seu interior, sabem que estão perdendo tempo porque as provas são irrefutáveis.

Deus existe… e nós somos muito felizes por isso. Ele nos ama, nos protege, caminha ao nosso lado. A natureza mostra a Sua glória. Como somos abençoados!

Pastor Paulo Barbosa

Corações puros

Arquivado em (Reflexões) por Rogério Bolanho em 09/03/2010

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“(…) Limpai as mãos, pecadores: e, vós de espírito vacilante, purificai os corações” (Tiago 4.8)


O salmista nos diz, no Salmo 24, que apenas os limpos de mãos e puros de coração, permanecerão no santo lugar de Deus. Nós queremos estar com o Senhor, queremos desfrutar de
Sua presença todos os minutos de nossa vida e por toda a eternidade. Coloquemos as nossas vidas em Seu altar e peçamos a Ele que nos purifique.

Pastor Paulo Barbosa

Pagar impostos

Arquivado em (Reflexões) por Rogério Bolanho em 09/03/2010

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“Pagai a todos o que lhes é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem respeito, respeito; a quem honra, honra.” (Romanos 13:7).


A maioria das pessoas realmente não gosta de pagar imposto. O problema é pagar sobre valores que não são exatamente “enriquecedores”, o que com certeza faz falta. Tem ainda o problema do retorno, no mínimo questionável. Pagamos pedágio nas estradas, plano de saúde para ter atendimento melhor, educação particular, alarme monitorado para ter mais segurança. Cada escândalo político que a mídia mostra nos deixa com menos vontade de pagar imposto.

Mas a Bíblia não estabelece este discernimento e nos manda pagar a cada um o que é devido. Não podemos pegar um versículo como este e retalhar fazendo dele um Frankenstein segundo nossa conveniência. E a situação do pagamento dos impostos na época em que este verso foi escrito, provavelmente era ainda pior e mais cruel do que hoje. O que devemos fazer então? Pagar a contragosto, por obediência?

Se não pagamos o tributo ou imposto, não fará sentido pagar respeito e honra. Se não pagarmos isso além de sermos desobedientes, no devido tempo não colheremos por não termos plantado. Nem sempre vai ser agradável obedecer, mas sempre vai produzir frutos de justiça diante do Senhor.

O que um povo pacífico e ordeiro como o povo de Deus pode fazer então? Pagar calado como cordeiros indo para o matadouro? Eu não creio assim.

Creio que nosso papel é influenciar os governantes, eleger nossos candidatos, protestar legalmente e promover mudanças sociais dentro da lei para que os impostos sejam melhor distribuídos. Ou pelo menos que os valores que pagamos revertam em nosso benefício. No meu caso gasto 15% do meus ganhos com saúde e mais de 15% com educação para meus dois filhos. Eu pagaria 5% a mais de imposto se tivesse educação pública do mesmo nível e ainda me restaria um bom ganho.

Como fazer isso em meio a uma geração corrupta e de moral decadente? Sendo sal e sendo luz. Pregando um evangelho praticável e de efeitos visíveis. Quem sabe podemos fazer um pouco menos de show e um pouco mais de ação social e de outras ações diretas.

É um desafio e tanto.

“Pai, não quero ser desobediente mas também não quero ser indiferente à injustiça. Ensina-me como agir para ser relevante na minha geração.”

Mário Fernandez Ichtus

Ensinando o caminho aos nossos queridos

Arquivado em (Reflexões) por Rogério Bolanho em 08/03/2010

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“Instruir-te-ei, e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir; aconselhar-te-ei, tendo-te sob a minha vista” (Salmos 32:8)


“Pastor, converse com meu filho sobre bebida”, falou um dos membros da igreja. “Ele voltou para casa ontem à noite e caiu esparramado no chão, muito bêbado para levantar-se. Sua mãe chorou o resto da noite e tem estado chorando até agora”. “Por que você mesmo não conversa com seu filho e tenta persuadi-lo a deixar a bebida?” questionou o pastor.

“Pastor, eu não posso conversar com meu filho porque sou culpado por ele ser um bêbado. Eu queria ajudá-lo a tornar-se um homem de verdade e lhe dei a primeira garrafa de bebida. Jamais pensei que um dia se tornaria um bêbado. Por favor, fale com meu filho. Eu não posso conversar com ele.”

Que futuro desejamos para nossos filhos? Em que temos contribuído para que isso se torne realidade? Que prioridade temos dado a eles em cada dia de nossas vidas?

Muitas vezes amargamos momentos difíceis por causa de nossos filhos amados e, com pesar, chegamos a conclusão de que, em grande parte, fomos responsáveis pelo que estão passando.

Deus nos deu a responsabilidade de cuidar deles, de ajudá-los a vencer os obstáculos, de estender-lhes a mão sempre que necessário e possível. Nós os amamos e não devemos medir esforços para que se tornem vitoriosos e felizes.

Queremos que nossos filhos tenham um futuro abençoado. Quando eles crescem percebendo amor e compreensão no lar, quando encontram em nós disposição para ouvi-los em suas inquietudes e tempo para dedicar a eles, quando, em todos os momentos, mesmo os de lutas e crises, não nos vêem murmurando pelos cantos e maldizendo a tudo e a todos, quando, mesmo nas noites mais escuras, percebem que há uma luz intensa brilhando em casa, então poderemos ter a certeza de que nossos filhos se tornarão “homens e mulheres de verdade”.

Eles terão a grande bênção do Senhor e, assim como havia em seus pais, haverá luz, também neles, para iluminar seus novos caminhos.

Pastor Paulo Roberto Barbosa

Cada minuto uma alegria…

Arquivado em (Reflexões) por Rogério Bolanho em 08/03/2010

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"Por isso vos digo: Não estejais ansiosos quanto à vossa vida" (Mateus 6:25)

"Por isso vos digo: Não estejais ansiosos quanto à vossa vida" (Mateus 6:25)

O melhor que podemos fazer, para atingir os nossos objetivos e alcançar os nossos sonhos, é descansar completamente no Senhor. Quando entregamos tudo a Ele, aproveitamos cada minuto de nossas vidas para viver a alegria que esses minutos podem nos proporcionar.

Pastor Paulo Barbosa

Os nossos defeitos… e os defeitos dos outros… à luz da Palavra

Arquivado em (Reflexões) por Rogério Bolanho em 07/03/2010

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Como devemos lidar com os defeitos que vemos uns nos outros? A Bíblia diz: “Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgais, sereis julgados; e com a medida com que medis vos medirão a vós.”  (Mateus 7:1-2)

Nossos defeitos… e os vossos defeitos… à luz da Palavra

Devemos lidar com os defeitos dos outros com paciência e misericórdia. A Bíblia diz “Com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor.” (Efésios 4:2)

Quando é correto ir e falar com outra pessoa sobre os seus defeitos? A Bíblia diz: “Ora, se teu irmão pecar, vai, e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, terás ganho teu irmão.” (Mateus 18:15)

Com que atitude devemos falar com outros sobre os seus defeitos? A Bíblia diz: “Irmãos, se um homem chegar a ser surpreendido em algum delito, vós que sois espirituais corrigi o tal com espírito de mansidão; e olha por ti mesmo, para que também tu não sejas tentado. Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo. Pois, se alguém pensa ser alguma coisa, não sendo nada, engana-se a si mesmo.” (Gálatas 6:1-3)

O orgulho

Arquivado em (Reflexões) por Rogério Bolanho em 07/03/2010

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Conta-se que, em algum lugar da China, havia um sábio ancião que decidia questões conjugais. Era ele quem abençoava os casais que queriam se unir e orientava os que estavam se desentendendo, dizendo-lhes se deveriam ou não se separar.

Certa vez, o ancião foi procurado por dois jovens a quem havia abençoado havia alguns anos e que agora falavam em separação. O sábio, percebendo que os dois se amavam, não viu motivo para que desfizessem a união, mas não conseguia convencê-los disso. Então, presenteou-os com uma planta e disse: “Esta é uma planta muito sensível. Vocês devem deixá-la na sala e, quando ela morrer, poderão se separar”.

Assim foi feito: o casal colocou a planta no centro da sala e ficou aguardando “ansiosamente” a sua morte.

Certa madrugada, ambos se flagraram com regadores em punho, cuidando da planta. Naquele dia, amaram-se como nunca.

A planta sensível era, na verdade, a relação dos dois. O amor era forte o suficiente a ponto de acordá-los em plena madrugada. Mas então o que estaria ameaçando aquela união? O orgulho.

O orgulho nos impede de pedir perdão. O orgulho não nos deixa perdoar. O orgulho não nos deixa dizer que ainda amamos…

“O orgulho precede a ruína, e o espírito altivo, a queda.” (PV 16,18)

O orgulho tem um elevado poder destrutivo, principalmente nas relações, tanto as conjugais como as afetivas e até as profissionais. É necessário colocar o orgulho de lado, por mais que doa, devemos reconhecer quando estamos errados e pedir perdão, depois de o fazer vai ver que se sentirá muito melhor com os outros e consigo mesmo! Experimente…

A lei do caminhão de lixo

Arquivado em (Reflexões) por Rogério Bolanho em 07/03/2010

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Um dia peguei um taxi e fomos direto para o aeroporto, estávamos rodando na faixa certa quando, de repente, um carro preto saltou do estacionamento na nossa frente. O motorista do taxi pisou no freio, deslizou e escapou do outro carro por um triz!

O motorista do outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós. Porém, o motorista do táxi, de forma bastante amigável, apenas sorriu e acenou para o cara.

Não me contive e perguntei: “Por que você fez isto? Este cara quase arruína o seu carro e nos manda para o hospital!”

Foi quando o motorista do táxi, respondendo minha pergunta, me ensinou o que eu agora chamo de “A Lei do Caminhão de Lixo”. Ele explicou-me que muitas pessoas são como caminhões de lixo: andam por aí “carregadas de lixo”, cheias de frustrações, cheias de raiva, e de desapontamento. À medida que essa pilha de lixo cresce, elas precisam de um lugar para descarregar, e às vezes descarregam sobre a gente. Não tome isso como pessoal, apenas sorria, acene, deseje-lhes bem, e vá em frente. Não pegue para você o lixo delas.

O princípio disso é que pessoas bem sucedidas não deixam os seus “caminhões de lixo” estragar o seu dia.

A vida é dez por cento o que você faz dela e noventa por cento a maneira como você a recebe!

Deus nos livrará

Arquivado em (Reflexões) por Rogério Bolanho em 07/03/2010

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“E invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás” (Salmos 50.15)


Deus tem prometido livramento para nossos momentos de aflição e desespero. A nós cabe apenas confiar e receber a vitória do Senhor.

Pastor Paulo Barbosa

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