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Globo desafia os evangélicos com espírito de Sodoma e Gomorra

Arquivado em (Absurdos) por Rogério Bolanho em 24/02/2010

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Vigiemos e oremos. Nossos filhos, nossos lares, nossas vidas de santidade e transformação não podem ser contaminadas com tal conduta. O crente assiste, mas o servo não!

“E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12:2)

O diretor do programa e seu desafio aos evangélicos: "Não temo gerar polêmica e também não tenho medo dos evangélicos, pois são desunidos e omissos!"
O diretor do programa e seu desafio aos evangélicos: "Não temo gerar
polêmica e também não tenho medo dos evangélicos,
pois são desunidos e omissos!"

O espírito de Sodoma e Gomorra se manifestou na globo. Dia 13, no BBB 10, um homem beijou outro homem na boca durante o programa de maior audiência da rede globo de televisão, o BIG BHOTHER BRASIL e o seu Diretor, que comemorou o fato que atraiu a atenção de muita gente para o famigerado programa, disse que não teme polêmica nem a comunidade evangélica, pois a comunidade evangélica é desunida e omissa.

Agora você me pergunta: "O que isso tem haver com a fé?" e eu respondo: "Um Beijo GAY inaugura BIG BHOTHER Brasil 10. Isto é absurdo. É a imoralidade sendo inserida nos lares Brasileiros!". O que você tem com isso? Seu filho pode ser a próxima vitima. Ló, morava em Sodoma e sua esposa pagou com a vida. Suas filhas se corromperam e se tornaram incestuosas. E sua família? Sua filha, seu filho em que irão se transformar? O que você pode fazer? VAMOS PARAR DE ASSITIR O BBB 10 E MOSTRAR QUE A COMUNIDADE EVANGELICA NÃO É OMISSA E TAMBÉM NÃO ESTÁ DOMINADA PELO ESPIRITO DE SODOMA E GOMORRA.

Divulgue este texto (que recebi por e-mail e ajustei) a todo Cristão verdadeiro que você conhece e vamos mostrar que não concordamos com essa imoralidade e afronta a Deus. Se voce quer ver o Brasil abençoado.Diga não a GLOBO e a essa imoralidade.

Rockstar das Emoções

Arquivado em (Absurdos) por Rogério Bolanho em 12/02/2010

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Só passa um pouco do meio-dia em Atlanta, onde o festival Warped Tour está a todo vapor. Jamie Tworkowski já abraçou 79 pessoas, posou para 56 fotos, deu 42 autógrafos, enxugou as lágrimas de 13 meninas (e de dois meninos adolescentes) e ouviu as palavras "Você salvou a minha vida" pelo menos uma dúzia de vezes. Ele viu frases de sua autoria tatuadas em peitos e pernas, segurou a mão de uma mulher enquanto ela chorava pelo filho morto e compartilhou sua raspadinha de cereja com um desconhecido que afirma querer ser igualzinho a ele. Tworkowski, um surfista de 29 anos que largou a faculdade, transformou-se em uma espécie de guru para toda uma geração de adolescentes perturbados, como mentor de um movimento acidental – isso se você acreditar em acidentes, o que não é o caso de Jamie.

Rockstar das emoções 

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Investigação da BBC desvenda sacrifício ritual de crianças em Uganda

Arquivado em (Absurdos, Notícias) por Rogério Bolanho em 11/01/2010

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x-curandeiros simulam uma cerimônia de iniciação em Lira, no norte de Uganda Ex-curandeiros simulam uma cerimônia de iniciação em Lira, no norte de Uganda

Uma investigação da BBC revelou que rituais envolvendo o sacrifício de crianças em Uganda são muito mais frequentes do que se imaginava e, segundo autoridades do país, estariam aumentando.

Um curandeiro levou a equipe de jornalistas ao seu altar secreto e disse que tinha clientes que regularmente capturavam crianças e traziam seu sangue e órgãos para serem oferecidos aos espíritos.

Também falando à BBC, um ex-curandeiro que hoje faz campanha para o fim dos sacrifícios confessou, pela primeira vez, que matou 70 crianças, incluindo o próprio filho.

O governo de Uganda disse que a prática de sacrifícios humanos está aumentando no país.

Segundo o chefe da Força-Tarefa Contra o Tráfico e Sacrifício de Humanos, Moses Binoga, os crimes estão diretamente vinculados a um maior desenvolvimento e prosperidade e a uma crença cada vez maior de que a feitiçaria pode ajudar a pessoa a enriquecer rápido.

Depoimento

Segundo um curandeiro envolvido na prática, os clientes vão até ele em busca de dinheiro.

"Eles capturam filhos de outras pessoas e depois trazem sangue e órgãos direto para cá para oferecer aos espíritos", disse o homem à BBC.

"Eles trazem (as oferendas) em latas pequenas e as colocam sob a árvore de onde vêm as vozes dos espíritos".

Quando indagado com que frequência o sangue e os órgãos eram trazidos, o feiticeiro respondeu: "Em média três vezes por semana".

No altar, a reportagem da BBC viu um jarro com sangue e o que parecia ser um fígado de tamanho grande. Não foi possível determinar se se tratava ou não de material humano.

Durante as investigações, o altar deste curandeiro, situado na região norte de Uganda, foi queimado por militantes que fazem campanha contra os sacrifícios humanos.

O homem negou estar envlvido em ou ter incitado assassinatos, dizendo que os espíritos falam diretamente aos clientes.

Ele disse que recebe cerca de US$ 260 por consulta mas acrescentou que a maioria do dinheiro vai para seu "chefe".

O diretor da organização criada para combater os sacrifícios humanos, comissário-assistente Moses Binoga, da polícia de Uganda, disse conhecer o chefe mencionado pelo curandeiro.

Segundo o comissário, o homem estaria envolvido em cinco ou seis cartéis de proteção a curandeiros operando no país.

Binoga disse que em 2009 a polícia abriu 26 inquéritos sobre assassinatos onde havia sinais de sacrifícios rituais, em comparação com apenas três casos desse tipo em 2007.

"Também temos cerca de 120 crianças e adultos desaparecidos cujo destino ainda não foi estabelecido. Não podemos excluir a possibilidade de que tenhamr sido vítimas dos rituais de feitiçaria".

Entidades de campanha pela proteção de crianças dizem, no entanto, que o número é muito maior, já que alguns desaparecimentos não são comunicados à polícia.

Militância

O ex-curandeiro e hoje militante pelo fim dos sacrifícios humanos Polino Angela disse que conseguiu persuadir 2.500 pessoas a abandonar a prática desde que ele próprio deixou a atividade, em 1990.

Angela disse que foi iniciado em uma cerimônia no país vizinho Quênia. Na ocasião, um menino de 13 anos foi sacrificado.

"A criança foi cortada no pescoço com uma faca, depois, todo o comprimento, desde o pescoço até embaixo, foi aberto e a parte aberta foi colocada sobre mim", disse o ex-curandeiro.

Ao retornar a Uganda, o feiticeiro foi ordenado a matar seu próprio filho.

"Enganei minha esposa, me certifiquei de que todos tinham saído e de que estava à sós com meu filho. Uma vez que ele estava de bruços no chão, usei uma faca grande como uma guilhotina".

Hoje, Angela acredita estar se redimindo do que fez.

"Estive em todas as igrejas e sou conhecido como um guerreiro na luta para pôr fim à feitiçaria que envolve o sacrifício humano, acho que isso me ‘compensa’ e me exonera", disse Angela.

O ministro da Ética e Integridade do país, James Nsaba Buturo, disse que "punir retrospectivamente causaria problemas… se pudermos persuadir os ugandenses a mudar, acho muito melhor do que voltar ao passado".

Entidades de proteção à criança vêm tentando chamar a atenção para casos recentes de sacrifícios rituais e pedem que novas leis sejam criadas para regulamentar as atividades dos curandeiros.

Sobrevivente

Em um processo contra um suposto feiticeiro que deve ser julgado neste ano em Uganda, a polícia contará com o depoimento de um menino que sobreviveu ao sacrifício.

Mukisa tem três anos de idade e quase morreu após seu pênis ter sido decepado.

Ele sobreviveu graças à ação rápida dos cirurgiões e mais tarde disse à polícia que tinha sido mutilado por um vizinho que, segundo relatos, possui um altar de sacrifícios.

Falando à BBC, a mãe de Mukisa disse: "Toda vez que olho para ele, me pergunto como será seu futuro, um homem sem um pênis, e como ele será visto na comunidade".

Via BBC Brasil

Querer é Poder – Versão Corinthians

Arquivado em (Absurdos) por Rogério Bolanho em 08/12/2009

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As 10 mais agonizantes formas de tratamentos da Idade Média

Arquivado em (Absurdos, Curiosidades) por Rogério Bolanho em 02/12/2009

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10. Cirurgia: cruel, suja e terrivelmente dolorosa

As 10 mais agonizantes formas de tratamentos da Idade Média

Os cirurgiões da época tinham pouquíssimo conhecimento sobre a anatomia humana, sobre antissépticos, que fizessem com que as feridas não infeccionassem, e sobre anestésicos. Não era agradável ser um paciente nessas horas, mas não havia muita escolha. Para se livrar da dor, você era submetido a mais dor. Na maioria dos casos, monges se tornavam cirurgiões, já que eles tinham acesso à literatura sobre medicina. No entanto, em 1215, o Papa pediu para que eles não fizessem mais o trabalho. A tarefa sobrou para fazendeiros que tinham experiência tratando animais.

9. “Dwale”: um anestésico cruel que podia ser fatal

As 10 mais agonizantes formas de tratamentos da Idade Média

A cirurgia na idade média era usada somente em casos de vida ou morte. Uma razão é que não havia anestésico “confiável” que pudesse aliviar a dor enorme de um procedimento cirúrgico. Algumas poções usadas para amortecer o paciente ou induzir o sono podiam ser letais. Um dos exemplos é o Dwale, uma mistura de suco de alho, suco de cicuta, ópio, vinagre e vinho que era dado ao paciente antes de uma cirurgia. O suco de cicuta sozinho poderia ser fatal – ele é tão forte como anestésico que o paciente para de respirar.

8. Feitiços: rituais pagãos ou penitência religiosa como forma de cura

As 10 mais agonizantes formas de tratamentos da Idade Média

Tratamentos medievais, normalmente, eram uma mistura de fatos científicos, crenças pagãs e imposições religiosas. Um exemplo é que, quando alguém contraía a peste bubônica, era determinado que ele passasse por um período de penitência, se confessando com um padre. Como a doença era vista como um castigo de Deus, se o paciente admitisse seus pecados, talvez sua vida fosse poupada.

7. Cirurgia de catarata: dolorido e raramente salvava o olho do paciente

As 10 mais agonizantes formas de tratamentos da Idade Média

Uma operação de catarata incluía a inserção de uma faca ou de uma agulha pela córnea, forçando as lentes do olho até o fundo do órgão. Posteriormente, uma seringa era usada para extrair por sucção a catarata.

6. Bexiga bloqueada: um cateter de metal inserido diretamente na bexiga

As 10 mais agonizantes formas de tratamentos da Idade Média

O bloqueio da bexiga, devido à sífilis ou a outras doenças venéreas, era comum na época, já que não havia antibiótico. O cateter urinário (um tubo de metal inserido através da uretra até a bexiga) começou a ser usado em meados de 1300. Quando o tubo não conseguia passar pela uretra, outros aparelhos eram usados – provavelmente apresentando um risco tão grande quanto o da própria doença.

5. Cirurgiões em campos de batalha: puxar flechas não é um trabalho fácil

As 10 mais agonizantes formas de tratamentos da Idade Média

Como remover flechas dos corpos de soldados? Normalmente a ponta da flecha ficava dentro do corpo do soldado, enquanto só era possível tirar o cabo. Esse problema foi “resolvido” com a colher de flecha, que era inserida na ferida causada pelo disparo e “pescava” a ponta da flecha.

4. Sangria: a cura para quase qualquer doença

As 10 mais agonizantes formas de tratamentos da Idade Média

Os médicos da idade média achavam que praticamente todas as doenças eram causadas por excesso de líquido no corpo. Então a solução era tirar o sangue dos pacientes. Havia dois métodos “principais”. O primeiro usava sanguessugas para tirar o sangue. O bicho era colocado sobre o local e sugava uma boa quantidade do líquido. O outro era um tradicional corte na veia, normalmente no braço.

3. Parto: mulheres, quando grávidas, eram preparadas para a própria morte

As 10 mais agonizantes formas de tratamentos da Idade Média

Dar a luz na idade média era tão mortal que a Igreja pedia que as grávidas se preparassem para morrer. E teve uma época em que parteiras mais experientes foram perseguidas como bruxas, já que usavam métodos para aliviar a dor de suas pacientes. Quando um bebê estava morto no útero, uma faca era usada para que ele fosse desmembrado ainda na barriga da mãe, para facilitar a “retirada” do feto.

2. Clysters: um método medieval usado para injetar remédios… pelo ânus

As 10 mais agonizantes formas de tratamentos da Idade Média

O “clyster” era uma versão medieval do supositório, um aparelho que injetava fluidos no corpo através do ânus. Era um cano ligado a um recipiente. O cano ia “lá” enquanto, no recipiente, estava o remédio.

1. Hemorróidas: a agonia anal tratada com ferro quente

As 10 mais agonizantes formas de tratamentos da Idade Média

Você leu direito. O tratamento para hemorróidas era queima-las com ferro quente. Há até uma história sobre um monge que, sofrendo com suas hemorróidas enquanto trabalhava no jardim, sentou se em uma pedra que, milagrosamente, o curou do problema. A pedra existe até hoje, com a marca das hemorróidas do monge, e é visitada por muitos que esperam curar seu “problema” até hoje.

Absurdo: Gays na turma da Mônica

Arquivado em (Absurdos, Notícias) por Rogério Bolanho em 17/11/2009

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Caio, que é apresentado como melhor amigo de Tina na história de capa, assume ser “comprometido”, indicando outro rapaz, o que causa estranhamento para os outros personagens. Ele não traz características estereotipadas dos homossexuais.

Absurdo: Gays na turma da Mônica

A assessoria de Maurício de Sousa considera que é a primeira vez que o assunto é abordado nas histórias, cumprindo promessa do autor de discutir questões ligadas ao universo adolescente, “de forma tranqüila e sem levantar bandeiras”.

Tina, que agora é estudante de jornalismo, a personagem que foi criada nos anos de 1960, inicialmente com um visual hippie, e traços bem diferentes dos atuais, faz um discurso contra preconceito em geral.

O assessor da editora levanta a possibilidade de que ele seja bissexual, no entanto, ele também assegura que a história e o personagem terão a devida continuidade e encaminhamento.

fonte : Terra


PS:
Antes que me digam que sou radical, reacionário, preconceituoso, etc… já digo: “Não tenho que aceitar o pecado goela abaixo. Tá errado eu não aceito. “

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