Artigos do mes de fevereiro de 2011
Jesus me apareceu – Tecladista Leandro – Sede Itapevi
Terremotos

Dizem que passado o terremoto de Lisboa (1755), o Rei perguntou ao General o que se havia de fazer. Ele respondeu ao Rei: "Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos". Essa resposta simples, franca e direta tem muito a nos ensinar.
Muitas vezes temos em nossa vida "terremotos" avassaladores, como o de Lisboa no século XVIII. A catástrofe é tão grande que muitas vezes perdemos a capacidade de raciocinar de forma simples, objetiva.
Todos nós estamos sujeitos a "terremotos" na vida. O que fazer?
Exatamente o que disse o General: "Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos". E o que isso quer dizer para a nossa vida?
Sepultar os mortos significa que não adianta ficar reclamando e chorando o passado. É preciso "sepultar" o passado. Colocá-lo debaixo da terra. Isso significa "esquecer" o passado. Enterrar os mortos.
Cuidar dos vivos significa que, depois de enterrar o passado, em seguida temos que cuidar do presente. Cuidar do que ficou vivo. Cuidar do que sobrou. Cuidar do que realmente existe. Fazer o que tiver que ser feito para salvar o que restou do terremoto.
Fechar os portos significa não deixar as "portas" abertas para que novos problemas possam surgir ou "vir de fora" enquanto estamos cuidando dos vivos e salvando o que restou do terremoto de nossa vida. Significa manter o foco no "cuidar dos vivos". Significa concentrar-se na reconstrução, no novo.
É assim que a história nos ensina. Por isso a história é "a mestra da vida". Portanto, quando você enfrentar um terremoto, não se esqueça: enterre os mortos, cuide dos vivos e feche os portos.
Pense nisso.
Recebi por e-mail – Desconheço o autor
Nação dos 318 – Vou surpreender
Vou surpreender
Hoje eu estou aqui
vim buscar uma solução
com a vida em pedaços
espalhados pelo
ninguém deu nada por mim
mais eu vou surpreender
minha vida vai mudar
para o mundo inteiro ver
minha fé eu vou agir
ouço a voz de Deus me falar
sempre contigo estarei
e a vitória vou te dar
vou Surpreender
subir como águia e conquistar
quem não creu em mim vai ter que falar
que o Deus de Abraão é o meu Deus
Vou surpreender
minha história agora vai mudar
vou por minha vida nesse altar
e o que Deus jurou, ele cumprirá
Conseqüências das drogas – Vídeo do Força Jovem Paraná
Campanha do Força Jovem: “Vamos nos unir a essa nobre causa!”
Diferenças individuais – Bispo Antônio Bulhões
As diferenças individuais se manifestam na vida conjugal. Um é madrugador e o outro prefere dormir até tarde. Um quer dormir com o ar condicionado ligado que o outro detesta. É possível que um goste de cebola e o outro não pode vê-la nem em pintura. Um é detalhista e o outro não. Um é desordenado e o outro guarda a roupa cuidadosamente. Um é sempre pontual e o outro não se importa de chegar tarde. Eticetera, eticetera e eticetera.
São as diferenças de personalidade, de temperamento, de expectativas, de sentimentos, de gostos, de hábitos e estilo de vida, de opiniões, que produzem desacordos.
É pouco provável que, simplesmente por que se amam, os gostos e opiniões de um casal se coincidam. Porque pelo fato de ser, cada um, um individuo único com experiências únicas, a vida conjugal não pode destruir a própria identidade.
Por isso não se trata de apagar ou eliminas as diferenças, senão de chegar a acordos, quer dizer, de compreender as diferenças que geram conflitos e aprender a conviver com elas. Adaptar-se a elas e, ou melhor, valorizá-las.
Bispo Antônio Bulhões
Deputado Federal – PRB/SP


































